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Fetag reclama da falta de investimentos na agricultura familiar de Alagoas

  • Redação
  • agosto 9, 2019
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Segundo entidade, várias ações estão sem receber recursos, como os Programas de Aquisição de Alimentos e de Alimentação Escolar

Depois das denúncias do ruralista Francisco de Souza, mais conhecido como ‘Chico da Capial’, quanto às dificuldades enfrentadas pelos agricultores familiares, a Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetag) também comentou a falta de repasses do Governo do Estado para a área. Segundo a entidade, vários programas estão sem receber recursos.

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, Capial relatou que o governador Renan Filho (MDB) não estaria cumprindo a promessa de campanha de investir R$ 15 milhões na agricultura familiar. Uma das ações mais prejudicadas é o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

“Está acontecendo, sim, essa falta de investimento e não só em relação ao PAA, mas também ao PNAE, o Programa Nacional de Alimentação Escolar, onde governos estaduais, municipais e federal têm a obrigação de comprar, no mínimo, 30% dos produtos da merenda oriundos da agricultura familiar. O Estado não tem feito isso”, diz o presidente da Fetag, Givaldo Teles.

De acordo com ele, os problemas não param por aí. “Pela primeira vez nesses últimos 20 ou 30 anos, o Estado não distribuiu as sementes para os agricultores familiares. O Canal do Sertão também está lá sem gestão. Às vezes o agricultor quer produzir alimentos e, quando tenta contrair um empréstimo, o banco emperra porque não há a outorga d`água, que tem que ser liberada pelo Governo”.

Givaldo acrescenta que a Fetag já tentou por diversas vezes audiências com o governador Renan Filho. “São vários desmandos e problemas. Infelizmente, o Governo do Estado não tem tido um olhar para o agricultor familiar. Em virtude disso, enviamos ofício solicitando audiências, mas, até agora, não se abriu canal de diálogo conosco. Temos cobrado, mas cabe ao Governo executar”, aponta.

“Não é de competência da Fetag fazer com que o Governo nos ouça a pulso. Já se passaram oito meses desse segundo mandato e até o mimento ele não nos ouviu”, ressalta. “Nosso papel enquanto federação nós fizemos, que foi solicitar o PAA, pautar audiências. Inclusive, um projeto foi aprovado no final do ano passado, tornando lei o PAA alagoano. Falta colocar o dinheiro para a compra dos produtos da agricultura familiar”, concluiu.

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