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Febre maculosa: cidade de Salto notifica primeira morte suspeita da doença

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A febre maculosa (FM) é uma doença infecciosa febril aguda, causada pela bactéria Rickettsia ricketsii, transmitida através da picada de carrapatos, principalmente o estrela (Crédito: Ashley Prytherch/Royal Surrey County Hospital NHS Foundation Trust1/VEJA/VEJA)
A febre maculosa (FM) é uma doença infecciosa febril aguda, causada pela bactéria Rickettsia ricketsii, transmitida através da picada de carrapatos, principalmente o estrela (Crédito: Ashley Prytherch/Royal Surrey County Hospital NHS Foundation Trust1/VEJA/VEJA)

 

A vítima, uma adolescente de 15 anos, estava internada desde 20 de julho. A doença é causada pela bactéria Rickettsia ricketsii, transmitida pelo carrapato.

 

Mais uma morte por suspeita de febre maculosa foi notificada no estado de São Paulo, desta vez na cidade de Salto, interior de São Paulo. A vítima, Laura Bertajoni Vicente, de 15 anos, morreu no domingo, mas estava internada em um hospital de Campinas desde 20 de julho, depois de reclamar de dores de cabeça. Segundo a imprensa local, a adolescente teve choque séptico (infecção generalizada que causa falência de órgãos).

A Prefeitura de Salto informou que a cidade registrou um caso positivo para a doença no início do ano. Se confirmada, esta será a primeira morte registrada na cidade este ano em decorrência de complicações da febre maculosa.

Outros municípios paulistas também têm notificado casos da doença. A prefeitura de Americana, no interior de São Paulo, confirmou nove mortes pelo surto de febre maculosa que atinge o município. Já foram notificados 46 casos da doença, embora apenas dez tenham sido confirmados; 14 aguardam resultados de exames e 22 foram descartados. Os números foram atualizados na semana passada.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo este ano foram notificados 32 casos de febre maculosa, com 14 mortes. Em 2017, houve registro de 29 casos em que o paciente se recuperou da doença e 32 óbitos. Em 2016, as mortes chegaram a 37. O Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) do estado aponta que os números de febre maculosa vem caindo anualmente.

Na região Norte do Brasil, um caso foi registrado, mas o paciente foi tratado e se recuperou da condição.

Febre maculosa

A febre maculosa é uma doença infecciosa febril aguda, causada pela bactéria Rickettsia ricketsii, transmitida através da picada de carrapatos, principalmente o estrela, que pode ser encontrado em várias regiões do país como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal e parte da Bahia. Entre os sintomas estão: febre, em geral alta; cefaleia (dor de cabeça), mialgia intensa (dor muscular), mal-estar generalizado, náuseas e vômitos. A febre maculosa não oferece risco de transmissão direta entre humanos.

Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado, a gravidade da doença é variável, mas 93% dos casos necessita de hospitalização; Se não tratada, a febre maculosa pode matar em até dez dias depois do contágio. O tratamento é realizado através de antibiótico (com doxiciclina, preferencialmente, ou cloranfenicol) e tem impacto importante na redução da letalidade da doença.

Prevenção

Qualquer pessoa que esteja em risco de entrar em contato com carrapatos, recomenda-se usar de roupas claras para facilitar  a visualização do carrapato, proteger as partes expostas do corpo e examinar o corpo a cada três horas. Caso tenha uma carrapato grudado na pele, retire-o com cuidado, fazendo uma leve torção para removê-lo. Se apresentar algum dos sintomas da doença (de dois a 14 dias depois do contato) procure o serviço médico.

Fonte: VEJA.com

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